Reta final do meu segundo filme
Fazer arte com o Blender têm sido uma surpresa muito agradável desde o final do ano passado. Entrei em 2026 com boas expectativas e experimentações - e então consegui entrar na reta final de A Dor e o Silêncio do Infinito.
A cada nova cena existem muitas novas possibilidades. A "editabilidade" não destrutiva dentro do Blender é o fator que mais me empolga e me impede de ficar cansada, por exemplo. Porque tudo tem como consertar, como modelar, como modificar, como gerar etc.
Por exemplo, algumas texturas de mar, paredes, madeira e roupas é possível gerar de modo procedural na aba de Shader Nodes - sem precisar importar imagens e texturas de fora.
Outra descoberta legal é o Compositor. Com alguns nodes Kuwahara consigo atingir um efeito mais estilístico no filme, e menos "flat".
Para além das imagens, também tenho feito novas composições musicais experimentando com acordes. Mas isso fica para quando estrear o filme, junto com outros stills (que são os meus favoritos) mas optei por ainda não publicar.
A lição que fica: usem Blender!